21 Atitudes Para Consumir com Consciência

BLOG DA TERRA

Antes de fazer uma compra, todo consumidor responsável deve se fazer essas seis perguntas:

  1. Porque comprar?
  2. O que comprar?
  3. Como comprar?
  4. De quem comprar?
  5. Como usar?
  6. Como descartar?

E já que estamos falando em Consumo Consciente, que tal você leitor colocar em prática algumas dicas para consumir de maneira mais sustentável? Confira!

1.Planeje suas compras.
Não seja impulsivo nas compras. A impulsividade é inimiga do consumo consciente. Planeje antecipadamente e, com isso, compre menos e melhor.

2. Avalie os impactos de seu consumo.
Leve em consideração o meio ambiente e a sociedade em suas escolhas de consumo.

3. Consuma apenas o necessário.
Reflita sobre suas reais necessidades e procure viver com menos.

4.Reutilize produtos e embalagens.
Não compre outra vez o que você pode consertar, transformar e reutilizar.

5.Separe seu lixo.
Recicle e contribua para a economia de recursos naturais, a redução da degradação ambiental e a geração de empregos.

Ver o post original 464 mais palavras

Consumo Consciente: Uma Necessidade Imediata

BLOG DA TERRA

A humanidade já consome 30% mais recursos naturais do que a capacidade de renovação da Terra. Se os padrões de consumo e produção se mantiverem no atual patamar, em menos de 50 anos serão necessários dois planetas Terra para atender nossas necessidades de água, energia e alimentos. Não é preciso dizer que esta situação certamente ameaçará a vida no planeta, inclusive da própria humanidade.

A melhor maneira de mudar isso é a partir das escolhas de consumo.

Todo consumo causa impacto (positivo ou negativo) na economia, nas relações sociais, na natureza e em você mesmo. Ao ter consciência desses impactos na hora de escolher o que comprar, de quem comprar e definir a maneira de usar e como descartar o que não serve mais, o consumidor pode maximizar os impactos positivos e minimizar os negativos, desta forma contribuindo com seu poder de escolha para construir um mundo melhor. Isso é…

Ver o post original 304 mais palavras

O desafio social e os dilemas ambientais da Indústria 4.0

Má capacitação técnica dos trabalhadores no futuro e o baixo índice de reciclagem de materiais são algumas das preocupações da Quarta Revolução Industrial

Desde o período de Aristóteles, o conceito de mecanizar a mão de obra era incutido como uma bandeira para acabar com a escravização e exploração de trabalhadores. Atribuía-se ao maquinário uma forma de alívio à força física e exaltação à capacidade intelectual humana. “Se cada instrumento pudesse executar a sua função própria sem ser mandado, e se, por exemplo, as rocas dos fiandeiros fiassem por si sós, o dono da oficina não precisaria mais de auxiliares, nem o senhor, de escravos”. A frase foi usada no século 19, na década de 1880, para compor o manifesto Direito à Preguiça, do escritor franco-cubano Paul Lafargue (genro do filósofo socialista Karl Marx), que pregava contra o trabalho na sociedade capitalista e titulava a máquina como “redentora da humanidade”, por substituir o trabalho braçal.

A ideia parece antiga, mas países desenvolvidos e economias emergentes como o Brasil já estão adotando medidas para tornar as máquinas autossuficientes, deixando a atividade humana para outras funções que demandam maior complexidade. É o início da Quarta Revolução Industrial, a chamada Indústria 4.0, termo criado em 2013 pelo governo alemão em um estudo divulgado pela Academia Alemã de Ciência e Engenharia (Acatech) para designar a integração de sistemas de produção onde quase não há intervenção humana. Por meio de tecnologias como inteligência artificial (IA), internet das coisas (IoT), armazenamento em nuvem e big data, sensores inteligentes conversam entre si e ditam como as máquinas devem produzir. Mas esse novo panorama industrial, devido ao seu impacto em vários setores, dá espaço a dilemas que vão desde educação e desemprego à questão da sustentabilidade.

No Brasil, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) está por trás dos investimentos na Indústria 4.0. Ligada à pasta, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) é o braço estratégico que vem fazendo reuniões e programas para tentar levar ao governo políticas públicas e direcionar a indústria de transformação brasileira à tecnologia da 4.0. “No Brasil não se discutia isso e não havia nenhum tipo de projeto. Nossa economia é baseada em commodities, enquanto os países desenvolvidos investem e atualizam suas indústrias. Por isso apresentamos um plano de modernização da nossa indústria ao Ministério”, diz o presidente da ABDI, Guto Ferreira, jornalista de 37 anos nomeado no ano passado pelo ministro do Mdic, Marcos Pereira. Ferreira, afirma, sem dar mais detalhes, que o presidente Michel Temer fará um anúncio ainda este ano traçando as diretrizes nacionais em relação ao programa Brasil 4.0.

Educação e Desemprego

O principal dilema que acompanha o tema da Indústria 4.0 é a futura ocupação dos trabalhadores nesse novo conceito de indústria. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, realizado em janeiro, na Suíça, haverá um saldo de desemprego de aproximadamente cinco milhões de pessoas (7 milhões de postos perdidos e 2 milhões de novos empregos) por causa da iminente automatização.

Segundo o presidente da ABDI, Guto Ferreira, é “completamente incorreta” a avaliação de economistas que preveem um largo desemprego futuro instaurado pela Indústria 4.0. “Não haverá um boom de empregos perdidos porque haverá uma troca na indústria. Sim, postos serão extintos, mas a tecnologia permite a contratação de novos trabalhadores. A proporção de qual lado vai ser maior ainda não dá para calcular porque depende de educação e capacitação”. A declaração de Ferreira expõe o problema que será definitivo para reduzir as chances de desemprego: o sistema educacional.

O presidente da ABDI diz que, em paralelo ao programa da Indústria 4.0. no Brasil, o Mdic está em negociação diretamente com o Ministério da Educação (MEC) para tentar incluir conteúdos de programação e análise de dados no ensino básico brasileiro. “Estamos em conversa com o MEC para que códigos, programação e eletrônica sejam obrigatórios em alguma fase do currículo escolar”, diz o jornalista. A ideia, segundo Ferreira, é que se crie Pronatecs específicas para a indústria 4.0 e que haja uma conscientização de que as crianças já nascem conectadas, então é impossível que não exista professores e disciplinas ligadas ao tema em todas as escolas brasileiras”.

A professora Tereza Cristina Carvalho, coordenadora do Laboratório de Sustentabilidade (LASSU) e docente da Escola Politécnica (POLI), na Universidade de São Paulo (USP), diz que se a educação, especialmente em relação à tecnologia, não for prioridade para as gerações futuras, a implementação de uma indústria como essa terá impactos negativos. “Essa revolução tecnológica pressupõe que temos que nos adaptar e educar ainda mais as pessoas. Na realidade, o ser humano continua sendo essencial, mas de uma maneira muito mais inteligente”, diz a pesquisadora. “A máquina serve para coisas repetitivas. Mas para pensarmos nisso é preciso reeducar as pessoas. Hoje não dá para aprender só o básico”, complementa. 

A indústria 4.0 será mais sustentável?

De acordo com o pesquisador alemão Grischa Beier, do Instituto de Estudos Avançados de Sustentabilidade (IASS), de Postdam, na Alemanha, há uma encruzilhada quanto à sustentabilidade no campo da indústria 4.0. Enquanto a atividade industrial é a mais eficiente em termos de produtividade, reduzindo falhas durante o processo e gerando menos resíduos sólidos industriais, o maquinário – responsável por toda essa eficiência – ainda terá como fonte as matérias-primas e a demanda por essas tecnologias só vai aumentar, conforme a Indústria 4.0 for se estabelecendo.

“Haverá menos desperdício de material na indústria, portanto, menos resíduos sólidos. Por outro lado, as tecnologias da Indústria 4.0 serão muito mais abundantes e necessitarão de mais recursos naturais para serem produzidas. O uso dos recursos terá que ser muito mais sustentável se a indústria quiser compensar”, prevê o cientista, ouvido pelo Estado.

A professora Tereza Cristina Carvalho, da USP, está inserida no contexto da Indústria 4.0 em parceria com o setor de calçados. Ela atua como uma consultora de produção, desenvolvendo dois conceitos da Indústria 4.0, que, segundo ela, são essenciais para o crescimento do setor, que sofre com a concorrência chinesa. Tereza oferece aporte técnico para otimizar a linha de confecção – que ainda depende da importação de tecnologia para ser mais eficiente – e padroniza ecologicamente os materiais dos sapatos. “Do ponto de vista da sustentabilidade a indústria 4.0 permite gerar bem menos resíduos porque a chance de erro é muito menor. Ela aumenta o nível de automatização e pressupõe a customização”, diz. Aliado a isso, Tereza diz que temos que tornar os produtos mais biodegradáveis e reutilizar matéria-prima. “É necessário mudar toda a lógica, implementando reuso dos materiais com a economia circular”.

No entanto, a logística reversa é cara para as empresas e ainda é um mercado pouco explorado. “A inteligência na hora de produzir poderia, teoricamente, identificar quais dejetos podem ser ou não reutilizados na linha de produção e, assim, definir a economia circular, evitando mais desperdícios. Mas esse debate ainda é muito raso na Indústria 4.0”, ressalta o pesquisador alemão Grischa Beier.

Um outro dilema ambiental, também relacionado à lenta adoção da economia circular no mundo, é a maior velocidade da produção na Indústria 4.0, disponibilizando mais produtos ao mercado. “Isso é realmente um problema. O consumo vai aumentar e a indústria vai acompanhar esse consumo porque quer vender. É um ciclo vicioso em que algumas iniciativas vão ter que começar a achar saídas para que esse consumo não vire um grande lixão”, afirma Guto Ferreira. A professora Tereza também mostra preocupação quanto à larga produção que prevê a Indústria 4.0. Apesar de o erro humano ser minimizado com a mecanização dos serviços, o consumo desenfreado ainda será o grande problema. “Na verdade, as empresas não estão preocupadas com isso, e sim com o lucro. A indústria vai ser desenfreada se o consumo também for”.

FONTE: https://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,o-desafio-social-e-os-dilemas-ambientais-da-industria-40,70002071372

Coronavírus desafia sustentabilidade com maior acúmulo de lixo caseiro e hospitalar

O maior tempo gasto dentro de casa para combater a expansão do coronavírus tem uma consequência prejudicial para o ambiente: o aumento da produção do lixo doméstico, boa parte dele composta por plástico, papel e papelão de embalagens de produtos e pacotes comprados pela internet.

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) estima que as medidas de isolamento social devem causar aumento de 15% a 25% na produção de resíduos sólidos (lixo orgânico e reciclável) nas residências. O lixo hospitalar deve crescer de 10 a 20 vezes, segundo a entidade.

— Em um primeiro momento, com a queda no movimento, percebemos uma diminuição na geração de resíduos. Mas em seguida há uma mudança nos hábitos dentro de casa. Com o fechamento do comércio, aumentam compras online, que costumam chegar com muita embalagem, e cresce a produção de resíduos — diz Carlos Silva Filho, diretor-presidente da Abrelpe.

Imagem: abrelpe.com.br

A entidade conta com 41 empresas associadas, que dominam cerca de 65% do mercado de limpeza urbana do país.

A recomendação de Silva Filho é que as empresas usem o bom senso para diminuir ao mínimo possível a quantidade de embalagem em seus produtos. O consumidor, por outro lado, deve ficar atento para escolher os itens que vão produzir a menor porção de lixo.

A coleta seletiva é uma das principais maneiras de evitar piores consequências para a natureza. A paralisação desses serviços, porém, já ocorre em algumas cidades. Em São Paulo, por exemplo, funcionam apenas as centrais mecanizadas de triagem para separar o lixo, sem o trabalho manual. Em nota, a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) disse que os serviços de coleta comum e seletiva operam normalmente na cidade.

Silva Filho lembra que alguns cuidados devem ser adicionados na hora de separar o lixo em casa, principalmente quando há a suspeita de que algum dos residentes esteja contaminado com o coronavírus. Nesse caso, a orientação é que o lixo reciclável seja descartado com o lixo orgânico com proteção extra (um revestimento duplo de saco plástico, por exemplo) para evitar contaminação.

Imagem: nsc.com.br

Boas notícias

Existem boas notícias para o ambiente também. A queda na movimentação nas grandes cidades, provocada pela necessidade do isolamento social, teve reflexos diretos na diminuição da emissão de poluentes para a atmosfera.

Em São Paulo, que está em quarentena desde a terça-feira (24), houve queda acentuada na quantidade de monóxido de carbono no ar desde o dia 20 de março, segundo a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). A diminuição do poluente, diz a companhia em nota, foi maior nas proximidades das vias mais movimentadas. O gás tóxico é emitido por motores de veículos.

A entidade diz que um monitoramento por um período mais longo de tempo vai poder confirmar e dimensionar os impactos da quarentena na qualidade do ar, já que a diminuição da poluição depende também das condições meteorológicas.

Outras grandes cidades em quarentena registraram fenômeno semelhante. Em Milão, Itália, a concentração no ar do gás poluente dióxido de nitrogênio caiu 24% nas quatro semanas anteriores ao dia 24 de março, segundo a Agência Europeia do Ambiente (EEA).

Em Madrid, Espanha, a quantidade do dióxido de nitrogênio na atmosfera chegou a cair 56% de uma semana para a outra, de acordo com a EEA.

Embora temporárias, as mudanças devem surtir efeito positivo no balanço anual de emissões de poluentes dessas cidades.

O consumo de energia elétrica também caiu no Brasil. Na sexta (20), quando medidas de restrição social já começavam a ser tomadas pelo país, o gasto de eletricidade foi 8,7% menor do que na sexta-feira anterior (13), segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

FONTE: https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2020/04/coronavirus-desafia-sustentabilidade-com-maior-acumulo-de-lixo-caseiro-e-hospitalar-ck8he67zs00et01obopyiqihr.html

Saiba tudo sobre as maiores árvores do mundo!

Nosso planeta é cheio seres vivos incríveis, muitos dos quais já existiam bem antes da gente nascer. É o caso da maior árvore do mundo, uma sequoia gigante localizada no estado da Califórnia, nos Estados Unidos. Com 1.530 m³, a General Sherman Tree habita a Terra há aproximadamente 2.100 anos!

A maior árvore do mundo em volume:

General Sherman Tree

  • Volume do tronco: 1.530 m³
  • Altura: 82,6 m
  • Diâmetro do tronco: 8,2 m
  • Circunferência: 25,9 m
  • Peso do tronco: 1.814 toneladas
  • Idade: 2.100 anos (aproximadamente)
  • Espécie: Sequoiadendron giganteum
  • Localização: Sequoia National Park, Califórnia, EUA

Tudo o que envolve essa sequoia gigante, da espécie Sequoiadendron giganteum, é absolutamente fenomenal. Segundo o Guinness World Record, trata-se da maior árvore viva do mundo, com incríveis 1.530 m³ de volume, o equivalente a 16 dos maiores caminhões carretas que podemos encontrar nas nossas estradas!

Seu peso também impressiona: 1.814 toneladas equivale ao peso de 10 baleias-azuis, o maior animal do planeta, ou uma estátua e meia do Cristo Redentor! É a sequoia mais pesada de todo o mundo.

Outro dado incrível é a circunferência de seu tronco: 25,9 metros, aproximadamente. Se levarmos em conta que um passo tem mais ou menos um metro, isso significa que não menos que 30 passos são suficientes para dar a volta na General Sherman.

A maior de todos os tempos:

Maple Creek Tree

A árvore mais alta do mundo:

Hyperion tree

A mais volumosa de todos os tempos também era uma sequoia gigante, maior do que a General Sherman. A Maple Creek Tree, como ficou conhecida, também ficava na costa oeste dos Estados Unidos. Sabe-se que ela tinha impressionantes 1.727 m³ antes de ser derrubada na década de 1940.

  • Altura: 115,85 m
  • Volume do tronco: 502 m³ (aproximadamente)
  • Diâmetro do tronco: 4,63 m
  • Idade: entre 600 e 800 anos
  • Espécie: Sequoia sempervirens
  • Localização: Redwood National Park, Califórnia, EUA

Embora seja a maior do mundo, a General Sherman não é a mais alta. Esse título é dado pelo Guinness à também californiana Hyperion, com inacreditáveis 115,85 metros de altura, o que equivale a um prédio de 40 andares!

Diferentemente da General Sherman, que é visitada por milhares de turistas todos os anos, a Hyperion não recebe visitas. É que sua localização exata é guardada a sete chaves. A única coisa que se sabe é que ela fica numa encosta do Redwood Park, na Califórnia, e nada mais.

E por que tanto segredo? A intenção é, pelo menos por enquanto, afastar turistas e curiosos a fim de preservar a árvore e seu entorno.

Outro dado curioso sobre a Hyerion é que ela foi descoberta há pouco tempo. Mais especificamente, em 25 de agosto de 2006. Encontram-se, nesse mesmo parque, a segunda e a terceira árvores mais altas do mundo, descobertas em julho de 2006: a Helios, com 114,58 metros, e a ícaro, com 113,14 metros. Antes dessas descobertas, a maior árvore conhecida era a Stratosphere Giant, de 113,11 metros.

O que mais impressiona da Hyperion é que ela é ainda uma árvore jovem. Se uma sequoia pode viver mais de 3.000 anos, os prováveis 600 anos da Hyperion fazem dela uma árvore na flor da idade. E que continua crescendo, dia após dia.

FONTE: https://www.maioresemelhores.com/maiores-arvores-do-mundo/

Entenda a importância dos números presentes nas embalagens de plástico

Vamos contar tudo sobre o que significam a númeração presente nas embalagens e objetos de plásticos. Assim como a sua importância para a saúde dos consumidores. Confira!

Para se adequar às diversas necessidades de consumo, surgiram uma infinidade de plásticos que se diferenciam por conta do grau de flexibilidade e da capacidade de suportar impactos, determinados produtos químicos e altas temperaturas.

Podemos definir o plástico como polímeros orgânicos, flexíveis e em geral de baixo custo que por esses motivos se tornam um dos materiais prediletos das indústrias durante a escolha do material que será utilizado nas embalagens.

Para atender a demanda industrial e de consumo, foram criados diversas variações do plástico, cada uma atendendo melhor uma determinada situação. Essas variações ocorrem pela alteração dos arranjos das moléculas, pelo processo de produção e também pelos diferentes materiais que podem compor esses polímeros.

Então, da necessidade de identificar esses diferentes tipos de plásticos foi criado um sistema de numeração que varia de 1 a 7, indica o tipo de plástico utilizado durante a produção daquela determinada embalagem e que por esse motivo normalmente vem marcada na embalagem.

Entendendo a importância dos números presentes nas embalagens de plástico

Essa numeração é extremamente importante pois indica a durabilidade, toxicidade, possibilidade de reutilização, ou ainda, no caso das cooperativas de reciclagem, se o processo de reciclagem compensaria financeiramente.

Essa vantagem econômica na reciclagem de alguns materiais ocorre já que alguns tipos são mais difíceis e custosos para serem reciclados sendo, por esses motivos, muitas vezes descartados.

Desta forma, todas as embalagens que vem com o símbolo do reciclável e uma numeração inserida são recicláveis. No entanto, é preciso pontuar que nem todas são de fato recicladas, pois alguns desses materiais, como falamos, acabam demandando um tipo de processo muito caro para o baixo custo do material resultante.

Vamos te contar abaixo as principais características de cada um desses plásticos, que podem interferir na qualidade da sua embalagem final e também na saúde do consumidor. Veja abaixo!

Número 1 | PET

O número 1 é o tão conhecido PET (Polietileno tereftalato), os mesmos das garrafas de refrigerante. São recicláveis e de fato reciclados, por esse motivo movimentam o mercado de reciclagem no Brasil.

É considerado seguro para reutilização caso não haja exposição à luz do sol, dado que a exposição pode causar a liberação de substâncias tóxicas além da proliferação de bactérias.

O PET é um termoplástico, isso quer dizer que ele suporta ser aquecido, derretido e ainda assim mantêm suas características.

Aliás, ele é considerado um dos polímeros mais resistentes, tanto quando falamos de impacto físico, como quando falamos do impacto químico das substâncias por ele reservadas. O que significa que a absorção de odor/gases pode ocorrer, mas é muito mais difícil do que em outros tipos de plásticos.

Número 2 | PEAD

O PEAD é o Polietileno de Alta Densidade e assim como o PET é altamente reciclável. Ele compõe as sacolinhas de supermercado, embalagens de detergente, óleo automotivo, embalagens de shampoo e outros.

É um plástico atóxico e tem ótima resistência físico-química.

Apesar de reciclável, a depender da forma como ele é descartado, pode ser que não haja a reciclagem pois, por exemplo, na forma de sacolas plásticas é muito difícil agrupar quantidade suficiente para uma venda lucrativa por elas serem muito levinhas.

Esse panorama muda, quando estamos tratando de embalagens e objetos com uma pesagem maior a reciclagem passa a valer a pena financeiramente e realmente a ocorrer.

Número 3 | PVC

O PVC (Policloreto de Vinila) é um plástico não derivado totalmente do petróleo, que tem em sua composição, além do monômero de vinila, o cloro.

Muito conhecido através das tubulações de água e esgoto, também pode ser encontrado em garrafas d’água, potes de maionese, garrafas de sucos, mangueiras e outros.

A reciclagem do PVC não ocorre tanto já que os processos necessários demandam muita energia e por esse motivo possuem
um alto custo em comparação a um PVC novo.

Número 4 | PEBD ou PF-LD

O PEBD (Polietileno Baixa Densidade) foi o primeiro plástico do tipo Polietileno, criado em 1933. Podemos dizer que é o polímero com o arranjo molecular mais simples que existe, por esse motivo seu custo é menor que de outros polímeros mais elaborados.

Podemos pontuar ainda, que o PEBD suporta temperaturas de 80oC a 95oC, é atóxico, impermeável, flexível e normalmente é utilizado para criação de embalagens, composição de peças de computador, brinquedos, garrafas, sacos de lixo e também é uma das lâminas que compõe as caixas de leite.

Número 5 | PP

O plástico PP (propileno) é extremamente transparente e o único dessa lista que não pode ser utilizado para embalar alimentos congelados. Isso porque ao serem colocados no freezer a baixa temperatura pode romper as moléculas do plástico, fazendo com que ele se quebre.

Apesar disso, esse tipo de plástico é extremamente utilizado para embalar produtos que não sejam armazenados em locais de temperaturas extremas.

Por ser atóxico e extremamente transparente, é o material perfeito para embalar produtos que precisem ficar visíveis para os consumidores.

E o melhor de tudo: é realmente reciclado!

Número 6 | PS

Já o PS (Poliestireno), infelizmente não é reciclado e está presente nos talheres descartáveis, isopor, potes de sorvete, bandejas de supermercado.

É um plástico que pode liberar substâncias tóxicas em temperaturas acima de 80oC. Por esse motivo não deve ser utilizado para armazenar alimentos/bebidas quentes ou ainda ser colocado no microondas.

Lembra do copinho de plástico para o café? Melhor evitar, pelo planeta e pela sua saúde.

Número 7 | Outros

Quando aparece o número 7 significa que o plástico em questão não pode ser caracterizado por nenhum dos outros 6 tipos citados anteriormente.

Nessa categoria estão todos os outros tipos de plástico, daí a dificuldade de se apontar exatamente qual material é aquela embalagem.

Um dos tipos de plásticos mais comum dessa categoria é o BOPP (polipropileno bi-orientado), um plástico que requer um processo complexo e caro para ser reciclado e que por esse motivo não é reciclado de fato.

Este material está presente em embalagens laminadas de salgadinhos, batatas, biscoitos e etc.

É importante frisar que é comum que nessa categoria exista na composição do plástico o bisfenol A/BPA, substância cancerígena liberada quando o material é aquecido.

Não encontrou nenhuma numeração na embalagem?

Existem algumas empresas que ainda não numeram o tipo de plástico do qual é feito a embalagem comercializada. Isso pode acontecer por falta de informação ou ainda por receio da reação dos consumidores.

A transparência nesse processo é fundamental para que as pessoas realizem escolhas conscientes e evitem, inclusive, problemas na própria saúde.

Caso a empresa que fornece as embalagens não numere em alto relevo, você pode indicar no rótulo impresso o tipo de material.

É essa numeração nas embalagens que faz a total diferença na conscientização dos tipos de plásticos e no descarte adequados dos mesmos. Que tal fazer parte disso?

FONTES: texto: https://blog.eureciclo.com.br/2018/11/importancia-dos-numeros-nas-embalagens/

Imagens: Internet

Tubarão-baleia de cerca de 10 metros e avistado em praia de Florianópolis

Um tubarão-baleia foi visto próximo da praia do Campeche, em Florianópolis, nesta segunda-feira (9).

Em um vídeo gravado por um dos frequentadores e que rapidamente começou a circular nas redes sociais, o animal aparece próximo a superfície da água. Segundo o autor do vídeo que viralizou, o animal apresentava cerca de 10 metros.

O tubarão-baleia é o maior peixe vivo do mundo, podendo medir até 12 metros e pesar cerca de 21,5 toneladas. a boca da espécie mede cerca de 1,5 metro e contém cerca de 300 a 350 fileiras de dentes minúsculos.

Conforme o professor de ecologia e zoologia, da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Renato Hajenius Aché de Freitas, o animal pode medir até 12 metros.

Além disso, ele confirma que não é comum a aparição da espécie Rhincodon typu na região. No entanto, outros  já foram vistos na costa catarinense.

O professor afirma que o animal costuma se alimentar de plânctons, cuja maior produtividade ocorre na época do inverno, por causa da água fria. No entanto, devido a corrente de águas mais geladas, o tubarão-baleia pode ter acompanhado a presença desses plânctons próximo da Ilha de Santa Catarina.

Vale lembrar que esse animal não representa riscos aos humanos,  sendo extremamente dócil, nosso dever é protege lo, já que infelizmente se encontra ameaçado de extinção.

#ilhadocampechepatrimônionacional
#vidamarinha #tubaraobaleia #ecossistemasmarinhos


FONTE: texto modificado: https://ndmais.com.br/noticias/video-tubarao-baleia-com-10-metros-e-avistado-em-praia-de-florianopolis/

Mais de 50 anos depois, agente laranja continua contaminando o solo do Vietnã.

No Vietnã, o Exército dos EUA travou duas guerras: uma contra o Viet Cong e outra contra a natureza. Nesta, os militares americanos usaram milhões de litros de herbicidas contra a selva onde se escondiam os comunistas e as plantações de arroz que os alimentavam. O herbicida mais usado foi o agente laranja. Uma revisão de diversos estudos mostra que, 50 anos depois que as forças dos EUA pararam de pulverizá-lo, ainda há restos altamente tóxicos desse desfolhante no solo e em sedimentos, de onde entram na cadeia alimentar.

Foi o presidente John Kennedy que, como parte de uma nova estratégia para impedir que o Vietnã do Sul entrasse em colapso sob a pressão dos nacionalistas e comunistas do norte, abriu as portas para a maior guerra química da história. Os primeiros herbicidas chegaram ao Sudeste Asiático em janeiro de 1962, em uma operação que acabaria sendo chamada de projeto Ranch Hand. Usaram diversos compostos químicos, muitos deles desenvolvidos durante a Segunda Guerra Mundial para destruir as colheitas de alemães e japoneses.

Vários relatórios das Academias Nacionais de Ciência dos EUA (NAS) e agências governamentais como a Usaid calculam que na Guerra do Vietnã foram usados mais de 80 bilhões de litros de herbicidas. O mais usado foi o agente laranja, um desfolhante. Os militares não quebraram muito a cabeça para dar um nome a esse composto: ele ia em barris com uma faixa dessa cor para diferenciá-lo do agente branco, do agente púrpura, do agente rosa, do agente verde (contra vegetação de folhas grandes) e do agente azul (usado contra os arrozais).

Cerca de 20% das selvas do país e 10 milhões de hectares de arrozais foram pulverizados pelo menos uma vez com doses 20 vezes maiores que as recomendadas

A lógica militar era a seguinte: já que os comunistas usavam a selva como uma arma a mais contra os EUA, era preciso neutralizá-la. O trabalho publicado recentemente em uma revista especializada em solos mostra que 20% das selvas do Vietnã foram pulverizadas pelo menos uma vez. Mas o arroz e outros produtos agrícolas também foram alvo. Até 40% dos herbicidas foram usados contra as plantações. Embora os militares tentassem diferenciar entre arrozais de amigos e inimigos, 10 milhões de hectares foram pulverizados com agente azul, que acabava com a colheita em horas. O terceiro principal uso dos herbicidas foi acabar com todo o verde que houvesse nos arredores das bases militares americanas, criando assim um perímetro de segurança.

Os efeitos de todos os herbicidas eram temporários e era preciso voltar a aplicá-los depois de algum tempo. Para isso, eram usadas desde mochilas às costas até lanchas para pulverizar as margens. Mas foi uma pequena frota de aviões C-123 Provider e helicópteros adaptados para levantar tanques de 3.800 litros que protagonizou o projeto Ranch Hand, com mais de 19.000 voos entre 1962 e 1971.

O agente laranja era, na verdade, um composto em partes iguais de dois herbicidas, o ácido 2,4-Diclorofenoxiacético (2,4-D) e o ácido 2,4,5- Triclorofenoxiacético (2,4,5-T). São reguladores hormonais do crescimento e em poucos dias, semanas no máximo, param de agir. Mas o que não se sabia na época era que o agente laranja continha uma dioxina altamente tóxica, a TCDD. Para acelerar a produção, a temperatura foi elevada em cerca de cinco graus, e a altas temperaturas o cloro presente no composto gerava entre 6.000 e 10.000 partes por milhão (ppm) de TCDD a mais do que em condições normais. Essa substância cancerígena é hidrofóbica, ou seja, não se dissolve na água. Também não é absorvida, e sim adsorvida. Ficava colada às folhas e estas, ao cair, levavam a dioxina até o solo, e a natureza se encarregava de espalhá-la.

“A dioxina contaminante adere ao carbono orgânico e a partículas argilosas do solo, e processos de erosão movem os sedimentos contaminados até os cursos d’água, rios, lagoas e lagos, onde as condições anaeróbicas protegem a dioxina da degradação microbiana, estendendo sua vida média”, comenta em um e-mail o especialista em solos e coautor do estudo Ken Olson, professor da Universidade de Illinois (EUA).

Exposta à ação do Sol, a TCDD se degrada em menos de três anos. Mas, em solos protegidos pela vegetação, demora até 50 anos para se decompor — e, se estiver em sedimentos fluviais ou marinhos, mais de 100 anos. “Os peixes e camarões que se alimentam no fundo pegam os sedimentos contaminados, e a dioxina se acumula em seus tecidos. Peixes maiores comem esses peixes e depois são comidos pelos vietnamitas”, assinala Olson.

Em um dos relatórios mais recentes analisados por Olson e sua colega, a socióloga rural Lois Wright Morton, da Universidade do Estado de Iowa, os pesquisadores oficiais estudaram o solo da base aérea de Bien Hoa e seus arredores. Era uma das principais bases de onde partiam as missões de lançamento de herbicidas. Nela se acumularam as latas que sobraram quando foi suspenso o projeto Ranch Hand. “Os pesquisadores coletaram 1.300 amostras de solo de 76 pontos diferentes da base, terras próximas e lagos. Dessas, 550 tinham níveis de dioxina acima do regulamento do Ministério de Defesa Nacional do Vietnã para uso da terra”, comenta o professor americano.

O solo de outras 16 bases áreas americanas tanto no Vietnã como na Tailândia está contaminado, e muitos dos vietnamitas e americanos expostos na época desenvolveram doenças. Mas pouco se sabe sobre o impacto do agente laranja fora das bases. Ao lado da de Bien Hoa fica a cidade homônima onde vivem 900.000 pessoas. Até hoje é proibida a pesca em rios e lagos da área.

A persistência da TCDD é tanta que vários dos aviões usados para pulverizar o agente laranja tiveram de ser retirados de um leilão e incinerados porque, 30 anos depois de voltar do Vietnã, ainda tinham a dioxina aderida a eles. O último relatório da NAS sobre os efeitos do agente laranja nos veteranos de guerra, publicado em novembro, acrescentou novas patologias relacionadas com a exposição ao herbicida. Esses relatórios são publicados a cada dois anos por determinação do Congresso dos EUA.

Embora se calcule que ainda existam três milhões de vietnamitas que sofrem os efeitos dos desfolhantes, não há um acompanhamento semelhante ao dos veteranos americanos. Dos poucos estudos internacionais sobre a persistência da TCDD no ambiente, destaca-se um publicado há 10 anos por pesquisadores japoneses e vietnamitas. Nele, o nível de contaminação do solo de uma aldeia pulverizada com agente laranja é comparado com o de aldeias que foram poupadas. No primeiro caso, a presença da dioxina era cinco vezes maior que no segundo caso, embora sua concentração fosse mais baixa do que a registrada na base aérea de Bien Hoa. O estudo também detectou níveis mais altos de dioxina no leite materno, mas não se pode descartar a possibilidade de que isso se deva à exposição mais recente a pesticidas agrícolas.

Olson acredita que seria exagerado e sem base científica considerar que todos os solos pulverizados há 50 anos continuem contaminados hoje. De qualquer forma, só em Bien Hoa há pelo menos 414.000 metros cúbicos de solo que deveriam ser tratados. Para Olson, o método definitivo para acabar com a dioxina seria incinerá-los, queimar a terra.

FONTE: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/03/16/ciencia/1552710887_506061.html

1º DE MARÇO É DIA NACIONAL DO ECOTURISMO. VIVA O TURISMO ECOLÓGICO!

O ecoturismo tem um dia só dele. Também não é para menos: quer coisa melhor do que viajar para estar em contato com a natureza?

Imagem: Blog Guichê Virtual

O Dia Nacional do Turismo Ecológico é celebrado no dia 1º de março como uma atividade que consiste na visita a lugares de preservação de fauna e flora, como Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), que são Unidades de Conservação.

Cada vez mais, esse tipo especial de turismo vem crescendo no Brasil, seja pelo interesse de estrangeiros, seja pela valorização dos brasileiros. Dados do Ministério do Turismo relativos à 2016 informam que 8,29 milhões fizeram ecoturismo no país.

Uma atividade que vem ganhando cada vez mais adeptos por aqui é a prática do birdwatching, que é a atividade de observar aves, em seu próprio habitat. No norte do país, há vários lugares especializados em conduzir os turistas pelas florestas para quem eles tenham essa experiência singular.

Imagem: Blog Viajar Verde

A Importância do Ecoturismo

O Brasil é um país perfeito para o ecoturismo, haja vista a diversidade da nossa natureza, encontrada em todo o território nacional. Por isso, é tão importante que haja uma data comemorativa para o turismo ecológico, a fim de alertar para a importância do cuidado com a natureza pelo governo, pelos brasileiros e pelos visitantes de qualquer lugar.

A educação ambiental acarreta a conscientização das pessoas para a atividade muitas vezes predatória do turismo. O consumo dos turistas gera renda para as comunidades locais onde há o ecoturismo, mas essa cadeia não pode ser desarticulada. Se é a natureza que “gera” renda, ela precisa de cuidados, para não apenas secar a fonte de recursos para quem dela precisa, como também para que não acarrete um prejuízo ainda maior, saindo do nível local para o nível global.

Imagem: r7.com

O turismo é uma das atividades mais importantes para a economia brasileira e, por isso, mesmo, é necessário é o investimento em políticas públicas para a conservação da natureza acompanhada da educação ambiental. Dessa forma, os visitantes interessados em nossas belezas naturais terão a oportunidade não só de vê-las como, também, de aprender sobre elas e contribuir para a sua conservação.

Não precisa necessariamente estar em uma reserva para fazer turismo ecológico, respeitando e conservando a natureza. O turista pode e deve e respeitar os lugares por onde viaja e passeia em qualquer lugar que esteja, até mesmo em uma metrópole pois, grandes cidades também possuem parques, praias, natureza e também os seus habitantes, a cultura do lugar, tudo, deve ser respeitado e conservado.

FONTE: https://www.greenme.com.br/viajar/6401-dia-nacional-do-ecoturismo-2018/

A IMPORTÂNCIA DO DIA 29 DE FEVEREIRO PARA A HUMANIDADE

Você deve estar se perguntando,oque isso tem haver com o meio ambiente? Oque um dia a mais irá mudar em nosso cotidiano?

O Ano Bissexto consiste no ano que tem 366 dias, ou seja, um dia a mais do que os 365 habituais. Esse “dia extra” ocorre a cada 4 anos, quando é adicionado o 29 de fevereiro no calendário.

Regras para calcular o Ano Bissexto

Para saber quando será Ano Bissexto devemos seguir o seguinte princípio: todos os anos múltiplos de 4 que também não são múltiplos de 100, com exceção dos múltiplos de 400, deverão ser anos bissextos.

Por exemplo, 2004 e 2008 são múltiplos de 4 e, por este motivo, considerados anos bissextos. No entanto, 1900 e 1700 não foram anos bissextos, pois eram múltiplos de 100. Já o ano 2000, por outro lado, como é um múltiplo de 400, foi considerado ano bissexto.

Este método não é infalível, pois a cada 8 mil anos teremos um dia sobrando no calendário terrestre. Os cientistas esperar desenvolver uma nova regra ou mecanismo que possa regularizar esta falha no futuro.

Por que existe o Ano Bissexto e qual sua importância?

O ano bissexto serve para ajustar o calendário terrestre, pois na realidade um ano não tem 365 dias, mas sim 365 dias, 5 horas e 48 minutos. Ou seja, cada ano tem em média 365 dias e 6 horas, sendo que ao somar essas 6 horas extras ao longo de 4 anos, temos o total de 24 horas (um dia inteiro). Desta forma, com o ano bissexto acabamos por recuperar este “dia em falta”. Caso não existisse esse “ajuste” no calendário terrestre, depois de certo tempo as estações do ano começariam a ficar descompassadas, devido à falta de sincronização com a translação da Terra.

Por exemplo, caso não existisse o ano bissexto, a cada 700 anos o Natal aconteceria durante o verão do Hemisfério Norte e no inverno do Hemisfério Sul, ou seja, completamente diferente do que é na realidade.

Agora imagina como seria nossa agricultura sem essa referência ao longo dos tempos!

#anobissexto
#29defevereiro
#planetaterra2

FONTE: https://jacarezinho.portaldacidade.com/m/noticias/cultura/2020-e-ano-bissexto-entenda-o-motivo-2522

Desperdício de alimentos: causas e prejuízos econômicos e ambientais

O custo da comida jogada fora é de 750 bilhões de dólares ao ano

Imagem: Agência Envolverde

Você sabia que o desperdício de alimentos atinge um terço de toda a comida produzida no mundo? Pois é, a política do mercado financeiro que gera produção em excesso e o transporte são fatores significativos para esse problema. Mas além disso, há desperdício de alimentos na cozinha da nossa casa. Vamos dar uma olhada mais profunda nessa questão.

De acordo com a FAO (agência das Nações Unidas preocupada em erradicar a fome), 54% do desperdício de alimentos no mundo ocorre na fase inicial da produção, que é composta pela manipulação pós-colheita e pela armazenagem. Os outros 46% do desperdício, de acordo com a mesma fonte, ocorrem nas etapas de processamento, distribuição e consumo.

imagem: Revista Safra

Quando lembramos que todos os dias 870 milhões de pessoas passam fome, esses dados sobre desperdício de alimentos se tornam aterrorizantes.

No mundo

A Europa sozinha é responsável por 222 milhões de toneladas do desperdício de alimentos, o equivalente a toda a produção de alimentos na região da África Subsaariana!

Em colheitas menos sofisticadas, grande parte da produção é perdida no transporte e manuseio.

No Brasil, grande parte do desperdício de alimentos acontece durante o manuseio e logística da produção: na colheita, o desperdício é de 10%. Durante o transporte e armazenamento, a cifra é de 30%. No comércio e no varejo, a perda é de 50%, enquanto nos domicílios 10% vai para o lixo.

imagem: r7.com

Segundo um relatório do Instituto de Engenharia Mecânica, existe uma perda de 37% e 80% da produção de arroz no Leste Asiático. Na Índia, 20 milhões de toneladas de trigo são perdidas por sistemas de abastecimento e distribuição impróprios.

Em países desenvolvidos, o desperdício tem uma razão mais estética, onde consumidores se recusam a comprar produtos com aparência mais abatida ou feridos, e as próprias redes rejeitam alimentos de aparência menos saudável.

No Reino Unido, 30% da colheita britânica é rejeitada por não atingir as expectativas do mercado quanto a suas características físicas, e sete milhões de toneladas de alimentos (o equivalente a dez bilhões de libras, ou 40 bilhões de reais) são descartadas pelo mesmo motivo.

O desperdício também está presente na casa do consumidor britânico, onde metade dos alimentos comprados são descartados.

Consciência e prática do consumidor

Uma pesquisa feita pela Unilever, chamada World Menu Report, afirma que 96% dos brasileiros se preocupa com desperdício de alimentos, uma porcentagem alta em comparação à Alemanha (79%), aos Estados Unidos (77%) e à Rússia (69%). Porém, o que é contraditório é que o país possui um dos maiores índices de desperdício de alimentos do mundo! Com 40 mil toneladas de alimentos que vão para o lixo todo dia. Segundo a ONG Banco de Alimentos (organização que busca combater a fome e o desperdício de alimentos), cada brasileiro desperdiça mais de meio quilo de alimento por dia.

As causas para tamanho desperdício são muitas. Muitos produtos, como frutas e vegetais, estragam antes de saírem das prateleiras. Muitos consumidores compram produtos que estragam antes de irem para a mesa e uma parte considerável do que chega até ela não é consumido. Existem também os problemas durante o transporte. Longas distâncias e embalagens impróprias (ou até mesmo a ausência de embalagens) são fatores impactantes.

Prejuízos econômicos

Quanto mais alimento jogado fora, mais caro ele fica. Inclusive foi baseada nessa lógica de mercado que, na década de 1930 (e ainda hoje, ilegalmente), no Brasil, a produção de café em excesso foi queimada para gerar lucro.

Um relatório feito em 2013 apontou que, apesar de trazer lucro para pouquíssimas pessoas, em escala mundial, o desperdício de alimentos custa 750 bilhões de dólares por ano. Agora imagine essa quantia em reais.

Prejuízos ambientais

O desperdício de alimentos prejudica enormemente o meio ambiente. Imagine que boa parte dos agrotóxicos, água, terras, fertilizantes, desmatamento, transporte, gastos de energia e petróleo para a produção de máquinas e combustíveis empregados em todos os processos da agropecuária são utilizados em vão. Isso faz com que seja necessário intensificar ainda mais a produção e, consequentemente, a pressão ao meio ambiente.

imagem: teknisa.com

No caso de desperdício de alimentos de origem animal, o prejuízo ambiental é maior, pois a criação de carneiro ou boi demanda maiores quantidades de insumos que a produção vegetal.

Isso sem falar na questão do aumento da quantidade de resíduos sólidos, que é formado majoritariamente por resíduos orgânicos (60%).

Como evitar

Grande parte do desperdício de alimentos está na própria produção. Mas o consumidor pode contribuir de alguma forma para mudar esse quadro.

A primeira dica seria, sempre que possível, optar por alimentos produzidos localmente, uma vez que estes não sofrem (ou sofrem menos) as perdas do transporte e da degradação, tornando-se, quem sabe, um locávoro.

Outra forma de evitar desperdício é optar por consumir Pancs (Plantas alimentícias não-convencionais) ruderais, pois essas são uma alternativa às monoculturas e muitas vezes nascem naturalmente em casa ou nas proximidades, podendo ser colhidas na hora do uso, ou pouco tempo antes, evitando também perdas de transporte a longa distância e degradação pelo armazenamento.

Você também pode contatar os produtores de alimentos mais próximos e formar grupos de consumo com seus vizinhos, pois fazendo compras coletivas o preço fica mais em conta e o produtor pode produzir de acordo com a demanda, evitando desperdício.

imagem: O Globo

Outra alternativa aliada a essas é compostar seus resíduos orgânicos. Assim, em vez de virar “lixo” e ocupar espaço em aterros e lixões, ele vira húmus e servirá de insumo, inclusive, para você doar ou começar a plantar localmente em algum espaço compartilhado com vizinhos.

FONTE: https://www.ecycle.com.br/3007-desperdicio-de-alimentos

11 animais em extinção no Brasil que podem sumir nos próximos anos

Lobo-guará, ariranha, onça-pintada, micro-leão-dourado e muitos outros animais que estão prestes a desaparecer do Brasil.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), existem mais de mil espécies com risco de extinção no Brasil.

Isso é mais triste, quando temos em mente que o Brasil é o país com a biodiversidade mais rica do mundo. Só no quesito pássaros em extinção, o Brasil lidera o ranking com maior número de espécies em extinção, seguido pela Indonésia.

As causas que levam a esse alto número de animais em extinção é grande. Tráfico de animais, queimadas, desmatamento, construção de hidrelétricas, poluição e caça predatória são os principais motivos.

Confira 11 animais em extinção no Brasil que podem sumir nos próximos anos

1 – Araraju

Também conhecida como Guaruba, a ararajuba vem sofrendo com o tráfico e o desmatamento. Sua espécie vive na Amazônia, mas pouco se sabe sobre seus hábitos, o que torna ainda mais difícil sua conservação.

2 – Arara Azul

Encontrada na Amazônia e Pantanal, essa ave é cobiçada por caçadores, já que suas asas possuem grande valor no mercado internacional. O desmatamento de seu habitat também é um problema.

3 – Ariranha

Também chamado de lobo do rio ou lontra gigante, a ariranha sofre com a extinção devido a caça ilegal, poluição dos rios e pesca predatória, além da contaminação por mercúrio. É encontrada no Pantanal e Amazônia.

4 – Baleia-franco-do-sul

A baleia-franco-do-sul vive no litoral brasileiro. Ele sofre com a caça e pesca e com a poluição das águas.

5 – Cervo-do-pantanal

O maior cervídeo da América do Sul é encontrado no Pantanal, mas também vive na Amazônia e no Cerrado. A construção das hidrelétricas, o desmatamento e a caça ilegal são sua ameaça.

6 – Gato-macarajá

O gato-maracajá vive na Amazônia, no Cerrado, na Mata Atlântica, na Pampa e no Pantanal. Sofre coma venda de sua pele a anos. Atualmente, o desmatamento é o maior problema da espécie.

7 – Lobo-guará

O maior mamífero canídeo nativo da América do Sul, o lobo-guará é encontrado no Pantanal, Pampas e Cerrado. Seu grande problema é o desmatamento de seu habitat.

8 – Macaco-aranha

Encontrado na Amazônia, o macaco-aranha sofre com a destruição de seu habitat, caça ilegal e o tráfico de animais.

9 – Mico-leão-dourado

O mico-leão-dourado vive na Mata Atlântica e sofre com o desmatamento e o tráfico de animais. Sua espécie já foi quase eliminada ao longo das últimas décadas. Ainda existem poucas versões nas florestas do estado do Rio de Janeiro.

10 – Onça-Pintada

O maior felino das Américas, a onça-pintada é encontrada em quase todo o Brasil, com exceção do Pampa, no qual já está extinta. A destruição de seu habitat e sua pele possui grande valor de venda no mercado mundial, o que incentiva a caça ilegal e predatória.

11 – Tamanduá-bandeira

O tamanduá-bandeira vive na Amazônia, no Cerrado, na Mata Atlântica e no Pantanal. Esse bicho com as queimadas nas regiões em que vive,  como também com a criação de gado e o desmatamento.

FONTE: https://segredosdomundo.r7.com/11-animais-em-extincao-no-brasil-que-podem-sumir-nos-proximos-anos/

Tags: animais meio ambiente preservacao fauna sustentabilidade

Alunos de escola em Jaraguá do Sul desenvolvem canudo sustentável a partir da batata.

Uma reportagem na tv em que mostrava o sofrimento de uma tartaruga, com um canudo plástico preso em suas narinas despertou no grupo de alunos juntamente com a professora o interesse por mudar essa realidade.

Os alunos Vitória R. Paganelli, Marisa Braz, Carlos E. Lopes, Rannyel Bruno e a professora katiane Rodrigues da E.E.B prof. José Duarte Magalhães, após muitos questionamentos e reflexões sobre o uso de plástico de uso único e seu descarte incorreto resolveram começar o projeto do canudo ecológico no ano passado.

Pesquisando sobre os canudos e produtos já existentes, descobriram uma característica no muco da batata taía, que grudava em outros compostos dos estudo.

Segundo os alunos, o resultado foi satisfatório tanto na água quanto no uso com refrigerante. Podendo ser até mesmo consumido. Se descartado na natureza se dissolve em 24 horas.

Foram quatro meses de pesquisas ate chegarem nesse protótipo que ainda precisa de ajustes.

“Participamos da feira de ciencias da escola em 2019 e por pouco não fomos para a regional, fomos matéria no jorna online da cidade”,comenta Vitória Paganelli, uma das idealizadoras do projeto. Ela ainda nos conta que a meta este ano é participar da FEBIC , feira importante na cidade de Jaraguá do Sul, que acontece no mês de Setembro.

O grupo nao parou por ai, segundo eles tem outros projetos e idéias em busca de um mundo melhor.

Chic e verde: consumidor mais consciente pressiona marcas de luxo

Agora as companhias de luxo estão na mira de clientes mais jovens que procuram evitar produtos glamurosos de origem infeliz

Toda primavera na Califórnia, com a maré alta e a lua cheia, cardumes da espécie grunions saltam do mar para desovar na areia. Em um final de tarde em junho, as praias foram invadidas por rapazes magros paramentados com a última coleção de Saint Laurent — camisas de gaze, blazers cravejados de cristais e sapatos pontiagudos. Os modelos desfilaram a poucos metros das ondas em Paradise Cove, Malibu, diante dos olhares aprovadores de jornalistas, estilistas e celebridades.

Divulgação: Kering

Os peixes não apareceram e sua ausência provocou reclamações e revolta da população e das autoridades em Malibu. Na mira dos críticos está a Kering, dona da marca Saint Laurent. A empresa se posicionou como líder de um movimento para reduzir o impacto ambiental da indústria da moda, mas trouxe gente do mundo todo para o desfile em jatos, causando também a liberação de toneladas de dióxido de carbono.

Divulgação: Louis Vuitton

As empresas de artigos de luxo andam por um campo minado. A feroz concorrência pela preferência dos consumidores e por atenção nas redes sociais força as marcas a produzir eventos cada vez mais chamativos. A disparada da demanda na China elevou a produção para níveis sem precedentes — o que significa que as confecções estão usando mais recursos naturais do que nunca, incluindo couro, cashmere e metais.

Ao mesmo tempo, o setor enfrenta maior pressão de consumidores e autoridades reguladoras para limitar o impacto ambiental de seu rápido crescimento e da cadeia de suprimentos altamente poluente e com pouca supervisão de fornecedores. “Reguladores, consumidores e, cada vez mais, os investidores estão fazendo dos critérios socioambientais uma referência de alerta importante”, disse Mario Ortelli, consultor do mercado de luxo em Londres.

Divulgação: Kering

O setor começa a acordar. Empresas de vestuário como Giorgio Armani e Versace interromperam o uso de materiais polêmicos, como peles. A Burberry Group prometeu recentemente parar de destruir estoques não vendidos — prática disseminada da indústria da moda para evitar que produtos indesejados parem nas araras de descontos.

Em julho, a gigante LVMH — dona de Louis Vuitton, Christian Dior e Champagne Dom Perignon — comprou uma participação na grife de Stella McCartney, conhecida por trabalhar com materiais sustentáveis, como solas de sapato biodegradáveis. A Prada pretende fabricar todos os seus icônicos acessórios de nylon usando materiais reciclados, incluindo resíduos que estão no oceano, até o final de 2021.

Na linha de frente está a Kering, que além da Saint Laurent é dona das marcas Gucci e Balenciaga. O presidente do conselho, François-Henri Pinault, tenta convencer outras empresas globais de moda a aderir a um novo pacto de sustentabilidade. O presidente francês, Emmanuel Macron, colocou o assunto na pauta da cúpula do Grupo dos Sete, que será realizada em Biarritz neste mês, escalando Pinault para liderar a iniciativa.

O comandante da Kering tenta fazer com que as companhias do setor se comprometam com metas como a eliminação dos plásticos descartáveis e a aceleração da transição para energia renovável. A Kering também pressiona sua rede de fornecedores e subfornecedores a esclarecer a procedência das matérias-primas, além de impor padrões mais rigorosos de eficiência energética e bem-estar animal. Desde 2010, os bônus pagos aos executivos da Kering são atrelados ao desempenho ambiental.

Divulgação: Louis Vuitton

Consumidores frequentemente associam poluição e desperdício na indústria da moda a fabricantes de tênis e varejistas de vestuário de pouca durabilidade — no caso dessas empresas, as cadeias de suprimentos incluem enormes fábricas que empregam mão de obra barata em países com baixa regulamentação. Agora as companhias de luxo estão na mira: clientes mais jovens procuram evitar produtos glamurosos de origem infeliz.

Millennials (nascidos a partir da década de 1980) e integrantes da Geração Z (nascidos a partir de meados da década de 1990) serão responsáveis por quatro quintos do crescimento do setor de luxo nos próximos anos, segundo relatório do analista Flavio Cereda publicado pela Jefferies em julho. Três quartos dos millennials afirmam que mudam seus hábitos de consumo diante de preocupações ambientais. No caso dos baby boomers (nascidos após a Segunda Guerra Mundial), a parcela é de 34%.

FONTE: https://exame.abril.com.br/marketing/chic-e-verde-consumidor-mais-consciente-pressiona-marcas-de-luxo/

Relatório de Desenvolvimento Humano: PNUD 2019 — AMBIENTE DO MEIO ®

Por: ONU BR As manifestações que vêm ocorrendo mundo afora sinalizam que, apesar do progresso sem precedentes no combate à pobreza, à fome e às doenças, muitas sociedades não estão tendo o êxito que poderiam. O fio condutor entre elas, de acordo com novo relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), é […]

Relatório de Desenvolvimento Humano: PNUD 2019 — AMBIENTE DO MEIO ®