R3 Animal divulga dados de 2020 do projeto de monitoramento na ilha de Santa Catarina.



Em 2020, a R3 Animal, por meio do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos, atendeu a 1.548 ocorrências envolvendo animais marinhos na Ilha de Santa Catarina. Desse total, 1.254 foram de animais encontrados mortos e 294 animais vivos no momento do resgate.

R3 animal

As aves representaram o maior número, 1.178 registros. A grande maioria estava morta, 914 aves. As aves resgatadas com vida somaram 264.

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Os pinguins-de-Magalhães (Spheniscus magellanicus) tiveram 800 registros, sendo 684 mortos e 116 animais vivos no momento do resgate.

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Os mamíferos marinhos somaram 70 ocorrências. Foram 48 animais encontrados mortos e 22 animais vivos. Os Cetáceos, que englobam golfinhos e baleias, contabilizaram 31 ocorrências, com apenas um animal vivo. Trata-se da baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) desencalhada com sucesso na Lagoinha do Norte. Entre cetáceos mortos, a toninha (Pontoporia blainvillei) teve 18 registros.

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Entre os Pinípedes, tivemos o registro de 18 lobos-marinhos-do-Sul (Arctocephalus australis) mortos e 12 vivos. Tivemos também sete registros de lobo-marinho-subantártico (Arctocephalus tropicalis) vivo, incluindo o reavistamento do mesmo animal, e um leão-marinho-do-Sul (Otaria flavescens).
 
As tartarugas marinhas somaram 300 registros, sendo de apenas oito animais vivos, que foram resgatados e encaminhados para reabilitação no Projeto Tamar Sul, em Florianópolis. Sete tartarugas-verdes (Chelonia mydas) e uma tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta). O maior registro foi de tartaruga-verde, 235 animais mortos e sete vivos.

R3 animal

Caso encontre um mamífero, ave ou tartaruga marinha debilitada ou morta na praia, ligue 0800 642 3341. Sua ajuda é fundamental para salvar vidas!

➡️O Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (CePRAM/R3 Animal) fica localizado no Parque Estadual do Rio Vermelho, unidade de conservação sob responsabilidade do Instituto do Meio Ambiente (IMA-SC), em parceria com a Polícia Militar Ambiental.

Creditos: R3 Animal

Plastic Bank opera em Comunidades no Rio de Janeiro

Empresa canadense convida moradores a obterem receita estável participando de esforço coletivo para impedir plástico nos oceanos ao construir e ativar infraestrutura de reciclagem em comunidades carentes.

A empresa reprocessa os materiais para reintrodução na cadeia de fornecimento de manufatura global. Catadores recebem prêmio (um valor acima da tabela do mercado pelos materiais que coletam, no Brasil atualmente elegível para PET) – que os ajuda a fornecer necessidades básicas para família, como mantimentos etc.

Após treinamento intensivo com todos os gerentes de pontos de coleta para enfatizar medidas de prevenção ao COVID-19, além da distribuição de kits de EPIs para funcionários e catadores, a Plastic Bank retoma a operação em comunidades carentes do Rio de Janeiro, como Complexo do Alemão, Comunidade dos Bancários (Ilha do Governador), Pavuna, Bangu, entre outras.

Desde novembro passado a Plastic Bank retirou 663.000 quilos de plástico da área denominada ‘oceanbound’, regiões costeiras com grande concentração populacional e contempla cerca de 30 km da faixa litorânea.

Para Maria Raimunda Moraes, moradora de Vargem Pequena, na Zona Oeste do Rio, essa opção de renda ajuda muito. “Reciclo há 20 anos, em algumas épocas com menos frequencia pois trabalhava em eventos no RioCentro. Mas, aos 59 anos, está cada vez mais difícil conseguir trabalho. E ao trocar o plástico aqui (no Centro de Coleta de Vargem Pequena) consigo manter minha família com o dinheiro que recebo, compro biscoitos e mistura para meus netos, além de ajudar a natureza”, comenta Maria, que mora com a filha e dois netos.

Até o momento, o aplicativo blockchain registrou 1247 catadores ativos no programa e mais de 4.614 pessoas impactadas pelo ecossistema em solo brasileiro. A plataforma protege toda a transação e fornece visualização de dados em tempo real – permitindo transparência, rastreabilidade e escalabilidade rápida

Com isso, Plastic Bank® fortalece uma sociedade regenerativa, pois ajuda o mundo a evitar o plástico nos oceanos enquanto melhora a vida de catadores em comunidades carentes. O material coletado renasce como Plástico Social® e pode ser facilmente re-integrado em produtos e embalagens como parte de uma cadeia de suprimentos de economia circular. 

Além do Rio de Janeiro, a Plastic Bank opera no Haiti, Indonésia, Filipinas e Egito. Em solo carioca, conta com parceria da SCJ Johnson, que reforçou as medidas de prevenção ao COVID-19 com a doação de 3.600 embalagens de alcool gel Lysoform.

Reciclagem no Rio de Janeiro – A cidade conhecida pela paisagem exuberante, ocupa uma posição crítica quando se trata da reciclagem de resíduos sólidos, amargando o pífio percentual de apenas 1,9% de todo seu material produzido devidamente coletado. 

Por isso, a Plastic Bank mapeou os bairros do Rio de Janeiro para implementar pontos em áreas consideradas de risco com propensão destes materiais invadirem o mar. A cidade possui mais de 200 cursos d’água, denominados rios, córregos, riachos, canais, valões, vala etc., apresentando geralmente um leito estreito e pouco profundo. As águas descem pelos diversos maciços e vão em direção à Baía de Guanabara, Oceano Atlântico (diretamente), Lagoa Rodrigo de Freitas, Baixada de Jacarepaguá (onde estão cinco lagoas) e para as Baixadas de Guaratiba e de Santa Cruz, em direção à Baía de Sepetiba.

Projetos Paralelos – Além de ativar ecossistemas pelo mundo, a Plastic Bank também atua com frentes paralelas como escolas e congregações como templos e igrejas. No Rio, a conscientização em escolas já começou com centros educacionais particulares e estará presente também no sistema municipal de Ensino Fundamental junto com a Secretaria de Educação do Rio de Janeiro. Já o Programa de Fé está em ampla expansão com atividades no Rio de Janeiro e Vitória (Espírito Santo). 
Fotos: Maurício Nava / Divulgação Plastic Bank. 

Vazamento de óleo nas Ilhas Maurício ameaça biodiversidade; governo quer responsabilizar donos de navio

Quase 1 mil toneladas de combustível foram derramadas no mar, perto de locais importantes de conservação. Governo do país quer que donos da embarcação japonesa arquem com custos. Imagem registrada pelo Exército Francês na terça-feira (11) mostra o vazamento de óleo do navio MV Wakashio nas Ilhas Maurício Gwendoline Defente, EMAE via AP As Ilhas […]

Vazamento de óleo nas Ilhas Maurício ameaça biodiversidade; governo quer responsabilizar donos de navio

Nova gasolina vai deixar seu carro mais econômico, mas será mais cara

Gasolina comum teve octanagem fixada em 92 RON Motivo de piada há décadas, a gasolina comum brasileira finalmente ficará um pouco melhor. Uma nova resolução da ANP, a Agência Nacional do Petróleo vai estabelecer novos parâmetros de qualidade para as gasolinas vendidas no País. Entre eles, o combustível teve a octanagem fixada em 92 RON a partir de 3 de agosto. A gasolina brasileira tinha octanagem medida em IAD, uma média entre os métodos RON e MON (veja mais abaixo). Até então, o nosso combustível já tinha 92 RON, mas essa agora passa a ser a medida oficial. Segundo a agência, isso significa que os motores dos carros fabricados no Brasil poderão ficar mais eficientes. A octanagem maior permite um trabalho mais fino na queima do combustível, graças ao uso de taxas de compressão maiores nos motores. Quer ter acesso a todos os conteúdos exclusivos de Quatro Rodas? Clique aqui e assine com 64% de desconto. Com isso, os propulsores podem ficar mais econômicos e limpos. A redução no consumo pode variar entre 4% e 6%, segundo a Petrobrás. Embora ainda gere desconfiança, o combustível regulamentado no país já estava longe de ser propriamente ruim. O que muda agora é que há mais parâmetros para verificar sua qualidade. Além da octanagem mínima fixada, a ANP também fixou a densidade da gasolina comum. A partir de agosto, o combustível deverá ter densidade de 715 g/m³, ou um litro de gasolina deverá pesar 715 gramas. Como a adulteração do combustível altera essa conta, ficará mais fácil verificar a qualidade. Por isso, todos os postos deverão ter um medidor calibrado para atestar o número exigido pela ANP – como acontece com o etanol. [abril-veja-tambem]W3siaWQiOjI0ODUwNiwidGl0bGUiOiJCcmFzaWwgKGZpbmFsbWVudGUpIHRlciYjeEUxOyBnYXNvbGluYSBjb20gcGFkciYjeEUzO28gZGUgcXVhbGlkYWRlIGRlIEVVQSBlIEV1cm9wYSJ9LHsiaWQiOjI0NjU2MiwidGl0bGUiOiJDb3JyZWlvIFQmI3hFOTtjbmljbzogY29tbyBhdHVhIG8gc3RhcnQtc3RvcCBuYSB0cm9jYSBkZSBjb21idXN0JiN4RUQ7dmVsIGRvcyBmbGV4PyJ9LHsiaWQiOjI0MzA4OCwidGl0bGUiOiJBdXRvZGVmZXNhOiBkZXUgYSBsb3VjYSBubyBtYXJjYWRvciBkZSBjb21idXN0JiN4RUQ7dmVsIGRlIEh5dW5kYWkgSEIyMCBlIENyZXRhIn0seyJpZCI6MjM3ODYzLCJ0aXRsZSI6IkVudGVuZGEgY29tbyBvIHRvbWJvIGRvIHBldHImI3hGMztsZW8gcG9kZSBhZmV0YXIgbyB2YWxvciBkYSBnYXNvbGluYSBubyBCcmFzaWwifV0=[/abril-veja-tambem] Benefícios A nova gasolina será particularmente bem vinda em modelos importados. Embora a “tropicalização” de motores seja coisa do passado, muitas fabricantes desaconselhavam o uso da antiga gasolina comum brasileira. Modelos nacionais também poderão se aproveitar da gasolina de maior octanagem. Embora funcionem normalmente com o combustível comum antigo, motores “normais” também deverão ficar mais econômicos. Em janeiro de 2022, a octanagem da gasolina brasileira será elevada para 93 RON. Embora o consumidor tenha benefícios explícitos com a nova gasolina, a vida das fabricantes também ficará um pouco mais fácil. O aumento da octanagem pedirá menos alterações nos projetos dos motores para adequação ao mercado nacional. Isso poderá até reduzir custos de desenvolvimento. No entanto, é claro que a gasolina melhor pesará no bolso do consumidor. Embora ainda não mensurada, a Petrobrás admite que haverá alta do preço na bomba, mas que o gasto extra será compensado pela maior economia gerada pelo combustível melhor. O que é RON? A octanagem da gasolina é uma medida que indica a capacidade de resistir à detonação. RON é um dos métodos para medir essa capacidade, que muda de acordo com o uso do motor. No RON, a detonação é medida com o motor carregado e a até 3 mil rpm. É o método usado em países europeus. Há ainda o método MON, que mede a octanagem com o motor em alta rotação. E o IAD, usado até então no Brasil, que adotava a média dos dois números. Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da nova edição de quatro rodas? clique aqui e tenha o acesso digital.  

Nova gasolina vai deixar seu carro mais econômico, mas será mais cara

Click da Semana

Edição N°01


Moradora atravessa ponte sob o Rio Capivari no município de Monte Mor/SP.

O fotógrafo @deluca.foto registou o grande acúmulo de madeiras,  pedaços de isopores e muito plástico presos à estrutura da ponte, que de certa forma apresenta um risco as inúmeras pessoas que ali passam, principalmente nas cheias do rio.

Imagem: @Deluca.foto

O local fica no centro de Monte Mor, onde funcionou até os anos 70 uma estação de captação de água. É um lugar que faz parte da história da cidade, e que hoje encontra se abandonado.

O problema não é exclusivo dos monte-morenses, infelizmente é uma realidade na maioria das cidades brasileiras.

E na sua cidade,como estão os rios e córregos? Deixe seu comentário!

Créditos da foto: @deluca.foto

#montemor
#sãopaulo #riosbrasileiros #poluicaodasaguas #conscienciaecologica #consumosustentavel #plasticfree #reciclagem #julhosemplastico #socioambiental #mananciais #gestãoambiental #biodegradavel

Click da Semana é um projeto semanal em parceria com o fotógrafo @Deluca.foto, com a finalidade de levar conteúdo informativo.

ILHAS DE CALOR – Definição e como evitá-las?

SER Ambiental

Definição

Ilhas de calor é o nome que se dá a um fenômeno climático que ocorre principalmente nas cidades com elevado grau de urbanização. Nestas cidades, a temperatura média costuma ser mais elevada do que nas regiões rurais próximas.

Para entendermos melhor este fenômeno climático, podemos usar como exemplo a cidade de São Paulo e do Rio de Janeiro são consideradas ilhas de calor. Estas cidades possuem uma grande concentração de asfalto (ruas e avenidas) e concreto (prédios, casas e outras construções), aonde concentra mais calor, fazendo com que a temperatura fique acima da média dos municípios da região. A umidade relativa do ar também fica baixa nestas áreas.

Outros fatores que favorecem o aquecimento da temperatura em São Paulo e no Rio de Janeiro são: pouca quantidade de verde (árvores e plantas) e alto índice de poluição atmosférica, que favorece a elevação da temperatura.

A alta densidade demográfica e…

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Biocombustível

Onda Ecológica

Os
biocombustíveis
são um tipo de combustível de origem biológica ou natural. Trata-se de uma
fonte renovável de energia que é utilizada por meio da queima da biomassa
ou de seus derivados, tais como o etanol
(álcool para combustível), o biodiesel,
o biogás,
o óleo
vegetal
e outros.

A
biomassa
é tida como qualquer material de constituição orgânica que pode ser empregado
para algum tipo de produção de energia. Assim, os biocombustíveis correspondem
a uma das formas sob as quais a biomassa pode ser empregada, além de serem
tidos como uma alternativa econômica e ambiental para reduzir a queima dos
combustíveis fósseis. Geralmente, os tipos de biomassa utilizados como
matérias-primas dos biocombustíveis são as plantas oleaginosas.

As vantagens dos biocombustíveis
são várias: menor índice de poluição com a sua queima e processamento; podem
ser cultivados e, portanto, são renováveis; geram empregos em sua cadeia
produtiva; diminuem a dependência…

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70 pinguins encontrados mortos em praias de Floripa.

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70 pinguins são encontrados mortos entre as praias do Santinho e Moçambique
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A causa provável da morte é asfixia/afogamento
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O sábado típico de inverno foi marcado pela grande ocorrência de pinguins-de-Magalhães (Spheniscus magellanicus) mortos no trecho Norte do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), executado pela R3 Animal na Ilha de Santa Catarina. Entre as praias do Santinho e do Moçambique, a equipe resgatou 71 pinguins, sendo apenas um vivo. As aves apresentavam marcas nas nadadeiras que sugerem interação com petrechos de pesca.


Na Praia do Moçambique foram encontrados 59 pinguins mortos e um vivo. Na Praia do Santinho, foram 11 aves mortas. Uma delas estava com um pedaço de rede de pesca preso ao corpo.
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Os animais foram resgatados pela técnica de monitoramento, Amanda Fernandes e o monitor Rodrigo Tiburski, que monitoraram o trecho Norte no sábado. O sobrevivente foi encaminhado para reabilitação e os mortos para necropsia, no Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (CePRAM/R3 Animal).
.
Segundo a médica veterinária Janaína Rocha Lorenço, as análises sugerem que os pinguins ficaram presos. “Até agora, todos os pinguins que passaram por necropsia a causa provável de morte é asfixia/afogamento, com apteria em aletas (falha de penas nos membros torácicos), congestão generalizada e miopatia de captura (alterações fisiológicas desencadeadas no corpo por ficarem tentando se soltar por bastante tempo)”, explicou Janaína, na manhã deste domingo.
. “É bem triste a morte deles, ficamos arrasados cada vez que um morre. É bem frustrante o indicativo de que eles sofreram ao morrer”, lamenta.
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Desde o dia 10 de junho até sexta-feira, 26, a R3 Animal resgatou 147 pinguins-de-Magalhães nas praias da Ilha de Santa Catarina. Onze deles estão em reabilitação, junto com outros 15 resgatados e estabilizados pelos parceiros de PMP-BS (Univali, Udesc e Univille).
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Além da problemática do plástico descartado nos oceanos e confundidos com alimento, a captura incidental (bycatch) é uma das grandes causas de morte de animais marinhos. Mesmo não sendo alvo de pescaria, os animais acabam capturados e morrem.

FONTE: @associacaor3animal

A Explosão do Cambriano – Como a vida se diversificou em poucos milhões de anos

TUNES AMBIENTAL

Há muito tempo, é do interesse humano descobrir como surgiu toda a diversidade de formas de vida que povoam o nosso planeta. E, com esse propósito, criamos diversas hipóteses para que essa diversidade fizesse sentido, hipóteses essas que vão desde os criacionismos mais mirabolantes para nossa visão atual, até hipóteses científicas modernas e com um forte respaldo em evidências – como as teorias da evolução biológica. Um fato curioso que os estudiosos da evolução biológica encontraram ao longo dos seus estudos foi o surgimento, relativamente rápido, de quase todos os principais grupos de animais viventes e extintos. Esse período de surgimento ficou conhecido como a “explosão do Cambriano”.

Resultado de imagem para cambrian explosion art Alguns grupos que surgiram durante o Cambriano – Por Sam Falconer

O Cambriano foi o primeiro período da era Paleozoica, já abordado no primeiro capítulo de nossa jornada pelo passado, a A Teoria de Tudo que está Vivo – Parte I –…

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Da produção ao descarte, a melhora da qualidade ambiental depende de nossos hábitos de consumo

BIO+

Para ilustrar a semana dos oceanos, apresento reflexões sobre poluição marinha, como consequência de uma visão linear do sistema.  A Revolução Industrial trouxe grandes avanços ao produzir de forma mais rápida e barata produtos para inúmeros usos e finalidades. Entretanto, com o progresso industrial surgiram desafios a altura de suas descobertas, e o lixo sem duvida é uma das maiores. Resultado desse modelo de produção em larga escala, o lixo é o subproduto dessa cadeia linear, entretanto o problema se torna mais complexo, uma vez que todas as etapas são potencialmente poluidoras. Do modo de extração de matéria prima, aos rejeitos gerados pelo modo de fabricação, esses subprodutos podem contaminar o solo, os lençóis freáticos, rios e oceanos.

Dos elementos mais poluidores, o plástico tem ganhado destaque nas noticias ambientais. A invenção de laboratório do  final do século XVII, conseguiu sintetizar um polímero com alto grau de mabialidade, resistência e…

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ESPECIAL NO MAR: CORAL

Por :

Lorena Gebara – Colunista

https://biomaisciencia.com/

Instagram: @kiu_bio

Pesquisadora, Bióloga de Campo e Educadora Ambiental, com Bacharelado e Licenciatura em Ciências Biológicas pela ESALQ/USP e MBA em Organizações e Meio Ambiente. Atua nas áreas de Sustentabilidade, Meio Ambiente, Políticas Públicas, Educação e Gênero, elaborando Projetos de desenvolvimento Socioambiental e Consultoria em Sustentabilidade.

https://instagram.com/kiu_bio?igshid=ptquiprzxmij

Quanto vale a preservação da Natureza? É ciência ou simbolismo de “Ecochatos”

BIO+

O livro “Quanto Vale o Verde: A Importância Econômica das Unidades de Conservação Brasileiras” de Carlos Eduardo Young & Rodrigo Medeiros, destrincha importantes dados sobre a contribuição que a proteção das áreasverdespode trazer para a economia nacional, por meio da valoração dos bens e serviços oferecidos efetiva ou potencialmente pelas Unidades e Conservação (UCs). Em 2016, foram 17 milhões de visitantes nas UCs, gerando um impacto positivo na economia de 2,5 a 6 milhões de reais, além da geração de 77 a 133 mil cargos de trabalho direta e indiretamente criados pelo turismo ecológico. Com um incremento de apenas 20% no investimento nas UCs, se poderia chegar a um retorno de 500 milhões a 1 bilhão reais de arrecadação, com a criação de mais 15 a 42 mil empregos.

Com uma perspectiva inovadora em bases cientificas, o turismo preservacionista nas Unidades de Proteção Integral, agregados aos produtos e subprodutos das…

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21 Atitudes Para Consumir com Consciência

Blog da Terra

Antes de fazer uma compra, todo consumidor responsável deve se fazer essas seis perguntas:

  1. Porque comprar?
  2. O que comprar?
  3. Como comprar?
  4. De quem comprar?
  5. Como usar?
  6. Como descartar?

E já que estamos falando em Consumo Consciente, que tal você leitor colocar em prática algumas dicas para consumir de maneira mais sustentável? Confira!

1.Planeje suas compras.
Não seja impulsivo nas compras. A impulsividade é inimiga do consumo consciente. Planeje antecipadamente e, com isso, compre menos e melhor.

2. Avalie os impactos de seu consumo.
Leve em consideração o meio ambiente e a sociedade em suas escolhas de consumo.

3. Consuma apenas o necessário.
Reflita sobre suas reais necessidades e procure viver com menos.

4.Reutilize produtos e embalagens.
Não compre outra vez o que você pode consertar, transformar e reutilizar.

5.Separe seu lixo.
Recicle e contribua para a economia de recursos naturais, a redução da degradação ambiental e a geração de empregos.

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